terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PAULO FREIRE


Breve resumo do livro "pedagogia da autonomia", onde iremos citar alguns sub-títulos e principais ideias da obra.

"NÃO HÁ DOCÊNCIA SEM DISCÊNCIA", o autor fala da relação teoria/prática, valorização e aplicação do conhecimento. Coloca a importância da reflexão na formação docente e a prática educativo crítica ou progressista. Ensinar não é apenas passar o conteúdo ao formando, mas é dar possibilidades de construção, questionamento do conhecimento, fazendo com que o aluno não seja um simples sujeito passivo. A pessoa que ensina está aprendendo ao ensinar e vice e versa. Todo e qualquer ensino se transforma em aprendizado, pois não há aprendiz incapaz de compreender ou recriar o que lhe foi transmitido. Assim, desenvolve-se no educando a capacidade de criação e uma análise de si próprio.
"ENSINAR EXIGE RIGORIOSIDADE METÓDICA E PESQUISA", todo ensino exige uma ordem e essas ordens exigem educadores e educando inquietos, curiosos e investigadores para aprenderem criticamente. Cada conhecimento novo supera o conhecimento anterior. Podemos ensinar e aprender com um conhecimento já existente e também produzir um novo conhecimento. Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando.
"ENSINAR EXIGE RESPEITO AOS SABERES DO EDUCANDO", neste item o autor ressalta a valorização do conhecimento oriundo da realidade do educando, a necessidade de se discutir assuntos diretamente ligados a ele para que, na busca de respostas, o tema gerado seja mais facilmente assimilado. Porém ainda a escola é vista como mera transmissora de conteúdos que os alunos têm o dever de aprender, acreditando que estes ensinamentos lhes bastarão na prática, no dia-a-dia. Aproveitar a experiência que tem os alunos de viverem em áreas descuidadas pelo poder público para discutir, por exemplo, a poluição dos riachos, os lixões e os riscos que oferecem à saúde.
"ENSINAR EXIGE CRITICIDADE, ESTÉTICA E ÉTICA", Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a eles algo que fizemos. A necessária promoção da ingenuidade à criticidade não pode ou não deve ser feita a distância de uma rigorosa formação ética ao lado sempre da estética. Mulheres e homens, seres histórico-sociais, nos tornamos capazes de comparar, de escolher, de decidir, de romper, por tudo isso nos tornamos seres éticos. Só somos porque estamos sendo. Educar é substantivamente formar.
"ENSINAR EXIGE RISCO, ACEITAÇÃO DO NOVO E REJEIÇÃO A QUALQUER FORMA DE DISCRIMINAÇÃO", Pensar certo implica a existência de sujeitos que pensam mediados por objeto ou objetos sobre o que incide o próprio pensar dos sujeitos.A grande tarefa do sujeito que pensa certo não é transferir, depositar, oferecer, doar ao outro, tomando como paciente de seu pensar, a inteligibilidade das coisas, dos fatos, dos conceitos. A tarefa do educador que pensa certo é desafiar o educando com quem se comunica e a quem comunica, produzir sua compreensão do que vem sendo comunicado. O pensar certo por isso é diálogo e não polêmico.
"ensinar não é transferir conhecimento", oautor fala da construção do conhecimento como uma troca, diferente da idéia que se tem de que o professor é o detentor deste conhecimento e o aluno mero receptor deste. Não há conhecimento que não possa ser compartilhado e isto está diretamente ligado à relação aluno/professor, onde ambos estão se educando na troca de experiências. O aluno não deve buscar a resposta no professor, é dever deste fazer com que o aluno busque meios para chegar às respostas.
"Ensinar exige bom senso", Quando se trata de normas, cabíveis a todos, todos devem cumpri-las, o que vale para um, vale para o grupo. Ainda que pareça autoritário, este é um dever do professor. E é o seu bom senso que o ajudará a ver a diferença entre ser autoritário ou permissivo demais."Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores", O autor mostra neste item o desrespeito dos órgãos públicos para com os professores e que consequentemente pode tornar o educador um profissional sem objetivos e descomprometido.
"Ensinar exige alegria e esperança", Observar a realidade e não se acomodar diante dela e de todos os contratempos que apresente, é lutar por mudanças e esperar pelas melhorias.(PAULO FREIRE 1996)





Através da citação abaixo, justificamos nosso posicionamento diante da afirmativa.

“Quando entro em sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, á curiosidade, ás perguntas dos alunos, as suas inibições; um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho - saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construçã.”o ( freire, 2004, p..47 ) Jstifica teu posicionamento diante da afirmativa: na medição pedagógica o-a professor-a coloca-se como facilitador-a, incentivador-a, motivador-a da aprendizagem.

Para Paulo Freire o professor está sempre em processo de aprimoramento. O professor ensina ao aprender e aprende ao ensinar, mediando através da realidade da turma devendo ter consciência da sua posição procurando ter sensibilidade em conhecer a realidade de cada aluno transformando alunos em pessoas pensantes, autênticos, críticos. A identidade de cada um transforma-se na infância e nosso desejo é trazer motivação com conhecimento para trocas de experiências na realidade de cada indivíduo.

PEDAGOGIA SOCIAL

A disciplina Pedagogia Social trabalhada pela professora Simone Dorneles aborda a gestão de processos educativos sociais; articulação entre teoria e prática; estuda a elaboração de projetos envolvendo a comunidade tendo como foco a formação do-a educador-a para atuação em ambientes não escolares. Trabalhamos os seguintes conteúdos:
- Análise da conjuntura social brasileira;
- História da pedagogia social;
- Princípios epstêmicos, políticos e pedagógicos;
- Conceitos e categorias da educação social;
- Identidade e saberes dos educadores/as sociais

Exercíco de análise sociológica desde uma perspectiva de gênero da obra ilha das flores de Jorge Furtado.




O documentário revela uma enorme epidemia. A epidemia da fome, da miséria, inúmeras mulheres e crianças vivem nesse lugar tão poluído chamado Ilhada das Flores. Pois deveria se chamar “Ilha do Lixo”. O tempo todo, o documentário fala que todos os seres humanos possuem polegares e tele-cefano altamente desenvolvido, isso quer dizer que todos os humanos possuem uma habilidade que os animais jamais possuiriam. A sociedade é que faz essa divisão entre os seres humanos, pois essas mesmas pessoas que vivem na ilha das flores possuem todas essas habilidades e características humanas, a diferença é que são pobres. As relações de forças estão relacionadas entre a necessidade de comida e a necessidade do dinheiro, que é à força do capitalismo. A fome, a pobreza são problemas de conjuntura, pois condições o País teria para mudar a realidade dessas pessoas pobres que estão vivendo no meio do lixo. Essa é uma das realidades de dezenas de outras famílias vivendo muitas vezes em piores condições. Nesse documentário me chamou a atenção foi o exemplo de família, homem, mulher e um filho. Só que esse padrão de família não existe mais. Sendo que hoje, muitas famílias são compostas até por dois pais, ou duas mães e muitas não têm nem um e nem o outro. O que o documentário mostrou também foi a imagem da mulher como uma dona de casa, sempre servindo a família e por último ela. Sendo que a mulher leva uma dupla jornada, trabalha pra fora e também trabalha dentro de casa. Já o homem sempre com um trabalho superior e aparece como o centro das atenções. O documentário deixou bem claro que aquelas pessoas pobres, sendo a maioria mulheres e crianças são pessoas sem dinheiro e sem donos. Outra questão que me chocou é a desumanização que essas pessoas são tratadas, nem os bichos são tão mal tratados quanto elas. O alimento dados aos porcos é selecionado e o resto que não serve para eles comerem é jogado no chão e distribuído para essas pessoas que se submetem a aceitarem esses restos de comida. Até os porcos tem um dono que se preocupa e dão o que comer já essas crianças e mulheres são totalmente sem donos. São de ninguém.!

EDUCAÇÃO E GÊNERO

Na disciplina de Educação e Gênero com a Professora Simone Dorneles estamos estudando o livro Gênero, Sexualidade e Educação da autora Guacira Lopes, entre outros textos. A disciplina aborda o estudo de gênero aplicados à educação. Aproveitamos tambem para relacionar o conteúdo com a disciplina de sociologia onde estamos estudando sobre Gênero e trabalho e podemos observar que a desigualdade salarial entre homens e mulher é absurda! Homens e Mulheres uma relação de gênero indiscutivel. Por que os homenes sempre estão no poder?? Movimentos feministas existem para desconstruir essas polêmicas, mulheres lutando pela igualdade entre os gêneros. As mulheres ainda sofrem preconceitos. Existe uma sina, em que alguns empregos são sempre ocupados por homens, e outros sempre por mulheres (que não são muitos), este preconceito deve ser derrubado. O trabalho não remunerado da mulher, especialmente aqueles realizados no âmbito familiar, não são contabilizados por nosso sistema estatístico e não possuem valorização social.

Foi apresentado por diferentes grupos seminários utilizando-se dos sequintes recursos: O livro Gênero, sexualidade e Educação, filmes e documentários:





Capítulo 1. A emergência do "gênero"
A mulher visível. Gênero, sexo e sexualidade.
Desconstruindo e pluralizando os gêneros.
Grupo: (Ana, Aline, Giana, Francielle)

O trabalho visou discutir algumas questões fundamentais sobre o estudo das relações de gênero. Enfatizando o significado da palavra gênero, seu conceito, sua transformação e sua identidade sexual. O documentário "Nem gravata nem honra" mostra algumas posições e questionamentos de mulheres e homens, destacando seus papéis em relação ao gênero do universo feminino. O video "mulheres x preconceitos" para motivação feminina e mostrar que não precisamos ter medo do que somos "mulheres".



Percebe-se desde já um estereótipo de que a mulher, sendo uma “donzela” sensível, fraca e submissa precise de um homem que a proteja, que a sustente e lhe pertença. Parece ser exagero denominar tais qualidades a funções tão restritas. A mulher foi vista diante de certas culturas como a dona de casa que cuida dos filhos e que apóia o marido em qualquer situação. O homem, o “chefe” da casa, seria aquele disposto a cuidar da família e de sustentá-la da melhor forma possível. Além da ideia de que a mulher só serve para o trabalho doméstico, ainda existem desigualdades maiores como a diferença salarial entre homem e mulher diante do mesmo trabalho, da falta de participação feminina na política governamental, do “perigo constante da mulher no volante”, do homem que “não serve para a cozinha”. Mesmo em pequenos comentários, piadas e pensamentos realizados pelos dois sexos, o “ideal machista” acaba por prevalecer ainda na atualidade. Antigamente era feminismo radical acreditar que tais ações pudessem acontecer, pois geralmente a mulher que usava calças era alguém que invejava o homem e não encontrava um “lugar” para si na sociedade. Muito menos era de se imaginar que ela “dominaria o mundo” (com todo o sarcasmo). Porém, verificam-se também algumas mudanças, como a troca de atividades entre os gêneros, uma maior independência da mulher e a crescente vaidade do homem. A partir disto, o espaço conquistado pela mulher (que não deve ser comemorado porque tal espaço deveria existir desde o princípio) aumenta os olhos vistos. Acontece em razão dessas mudanças uma nova formação estrutural da família, do papel do pai, da mãe e dos próprios filhos. A visão de gênero vai sendo reformulada a cada geração, conforme o caminho traçado em busca da “igualdade”. Entrando em contradição novamente, pergunta-se: qual o problema daqueles adjetivos já citados anteriormente? A mulher pode sim, ser uma “donzela”, pronta a esperar pelo seu protetor (seja ele homem ou mulher). Ainda existem e continuarão a existir diferenças entre os gêneros além de um cromossomo X ou Y. A mulher ainda pode ser sensível, romântica, independente, forte, assim como o homem também o pode, quando desejarem ser. São sentimentos e comportamentos humanos normais, bem ao senso comum. A luta talvez se encaminhe em torno da ultrapassagem do seguinte preconceito: de que cada um tem a sua função e que não cabe a eles mudar. O conformismo talvez seja o principal adversário para que a tão dita “igualdade” seja conquistada, para ambos os lados. ZANESCO Publicado no Recanto das Letras em 27/10/2006 Código do texto: T275468

Capítulo 5. Práticas educativas feministas
Pedagogias feministas: argumentos e criticas.
Por uma prática educativa não sexista. Educação sexual: que fazer?


SEXO - Diferença biológica entre homens e mulheres.

GÊNERO - Relação de poder entre homens e mulheres perante a sociedade.
A homossexualidade masculina ou feminina é uma questão sexual e não de gênero. Gênero é uma categoria das ciências sociais contemporâneas, onde se analisa, estuda, pesquisa as relações sociais e de poder construídas entre os sexos.

FEMINISMO - Discurso intelectual, filosófico e político que tem como meta os direitos iguais e proteção legal as mulheres.
Mulheres que lutam pela igualdade atraves dos movimentos feministas.

O capitulo começa colocando a questão dos processos escolares como formadores e reprodutores das desigualdades sociais. E esses processos ocupam o espaço político e acadêmico de muitos estudiosos/as há varias décadas. Abordando questões sobre as práticas educativas feministas. Análises foram desenvolvidas e resultaram na produção de teorias, de propostas pedagógicas e práticas educativas. Feministas também fazem parte dessa trajetória, enfrentando ou superando as desigualdades de gênero na Educação. A autora aborda questões relacionadas as reflexões da problemática de gênero e das mulheres principalmente no âmbito social e escolar. Buscando proporcionar um novo olhar pedagógico para essa transformação. Muitas escolas não têm um espaço e práticas educativas reconhecidas que reforcem as identidades e relações discriminatórias ao gênero.Feministas criticam as formas convencionais de educação escolar, passando a analisar as escolas separadas por gênero, acreditando que nessas escolas as meninas/mulheres não seriam antecipadamente rotuladas como mais ou menos capacitadas. Na opinião dessas estudiosas a falta do menino diminuiria a tendência de comportamento conforme os estereótipos de seu gênero.



O filme "Minha vida em cor de rosa" é um drama comovente sobre um garoto que pensa que é uma garota - e age como tal. O que lhe parece absolutamente normal é completamente bizarro para as pessoas que o cercam. Entre as quais está a família, que não sabe exatamente como proceder diante do comportamento estranho do filho e da reação indignada dos vizinhos.
Aos poucos, no entanto, a vizinhança, que lança olhares e palavras recriminadoras para o menino de comportamento incomum, parece aprender a conviver com seu jeito diferente.
Breve trailer do filme "MINHA VIDA EM COR DE ROSA"

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Atraves da disciplina de Prática Pedagógica II: Pedagogia Social com a professora Eunice Nonato discutimos a questão da vulnerabilidade social, a gestão e os processos educativos sociais. Compreendemos os diversos ambientes formais e não formais como espaço para construção de um conhecimento e competências sociais. Trabalhamos outros conteúdos como a questão da cidadania, inclusão, exclusão, a crinaça e o idoso.

Foi atraves da disciplina que conhecemos o estatudo da igualdade racial e entre outros materiais que abordava a questão da diversidade racial. O seguinte trabalho teve como objetivo fazer uma reflexão sobre o tema em questão: IGUALDADE RACIAL




IGUALDADE RACIAL.
Continente Africano, onde temos uma variedade de idiomas. E porque começar pela AFRICA? É que a África é considerada o berço da humanidade e dela que surgiram as primeiras espécies humanas:
A espécie Homo-Sapiens Sapiens – cerca de 130.000 atrás, na África.
Depois esses sapiens foram encontrados povoando a Europa – há 40.000 atrás e só após muitas e muitas gerações e pela própria mudança climática, isso há 20.000 atrás é que surgi o homem branco.
O tráfico e a escravização foi um crime contra a humanidade que durou séculos.
Portugal e Espanha navegavam até a Africa com o objetivo de trocar suas mercadorias (ferro, cobre...) por gente, por negros africanos que eram tratados como cargas humanas e colocados dentro dos tumbeiros, nome dado aos navios negreiros.
O trabalho do negro escravizado era servir a nobreza e participar das atividades econômicas como: mineração, café, cana de açucar...
Até o século XVIII quem dizia que o negro era inferior e por isso deveria ser escravizado era a religião/igreja. Só a partir do século XVIII quando veio a razão/a ciência e com esse nome de ciência é que iriam dizer que o negro era inferior biologicamente. Com a Lei Aurea assinada pela Princesa Isabel, veio a abolição da escravatura - século XIX. Com a lei, o negro se tornaria igual ao branco, deixaria de ser escravo, tendo os mesmos direitos por lei.
Hoje a biologia comprovou que não existem raças diferentes e sim uma raça: A RAÇA HUMANA. Biologicamente falando não existe, mas socialmente, nas relações sociais e pras ciências sociais, essas pessoas ainda são discriminadas pelo fenótipo, pela sua cor! SOCIOLOGICAMENTE, a DESIGUALDADE RACIAL continua existindo, por isso que a política publica tem que fazer projetos pra essa área. Como as cotas raciais.! O ESTATUTO valoriza a diversidade racial e a participação dos AFRO-BRASILEIROS com a mesma igualdade e oportunidades na vida econômica, social, política e cultural.
O preconceito racial contraria uma regra básica: É a consideração, o respeito e aceitar as diferenças nas relações de qualquer ser humano. Sendo que estamos falando de uma diferença apenas de cor, de melanina, de herança genética.
O movimento negro reivindica uma educação que garanta o direito as diferenças superando as desigualdades raciais e sociais existentes no BRASIL. Foi com essas reivindicações que veio a LEI 10.639 (tornando obrigatório o ensino de HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRO) E também o DIA NACIONAL DA CONSCIENCIA NEGRA NO BRASIL. 20 de novembro, dia escolhido pelo MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO como forma de homenagear ZUMBI DOS PALMARES!
A FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES foi criada pelo ESTADO brasileiro como forma de reconhecimento da sua DIVERSIDADE. A Fundação lutou pela IGUALDADE RACIAL, pela VALORIZAÇÃO e preservação das manifestações culturais AFRO-BRASILEIRA.
Então para se ter uma DEMOCRACIA RACIAL o primeiro passo é RESPEITAR AS DIFERENÇAS!!! GRUPO: (Aline, Ana, Fernanda, Francielle, Giana.)





DIVERSIDADE!!

Em meio a lágrimas pegou a esponja e começou a esfregar os braços freneticamente. Com os dentes cerrados não hesitou em aumentar o atrito.
Mesmo com o braço ardendo não parou. Desistiu só quando já não podia mais suportara dor. Conformou-se. Aquela era sua cor. O antropólogo destaca que os estudos da genética, por meio da biologia molecular, mostram que muitos brasileiros aparentemente brancos trazem marcadores genéticos africanos. Ou seja, muitos brancos podem se dizer afro-descendentes. “Trata-se de uma decisão política”, diz Munanga.
“Em um país que desenvolveu o desejo de branqueamento política governamental do século XIX para trazer imigrantes europeus e evitar a supremacia dos negros, que já somavam mais de dois milhões contra pouco mais de oitocentos mil brancos, não é fácil apresentar uma definição de quem é negro ou não.
Assim, Munanga explica que a questão da identidade do negro é um processo doloroso. Os conceitos de negro e de branco têm um fundamento etno-semântico, político e ideológico, mas não um conteúdo biológico. Politicamente, os que atuam nos movimentos negros organizados qualificam como negra qualquer pessoa que tenha essa aparência. É uma qualificação política que se aproxima da definição norte-americana. “Se um garoto, aparentemente branco, declara-se como negro e reivindicar seus direitos, num caso relacionado com as cotas, não há como contestar. O único jeito é submeter essa pessoa a um teste de DNA. Porém, isso não é aconselhável, porque, seguindo por tal caminho, todos os brasileiros deverão fazer testes. E o mesmo sucederia com afro-descendentes que têm marcadores genéticos europeus, porque muitos de nossos mestiços são euro-descendentes”, diz Munanga.
Esses são conhecimentos essenciais para qualquer grade escolar. Quem sabe assim alguns negros deixem de tentar clarear os braços e outros brancos passem a clarear suas mentes?
http://desconfiando.wordpress.com/2009/10/15/um-branco-pode-ser-negro-nao-e-uma-questao-biologica-mas-politica/
Publicado por: Amanda Camasmie Outubro 15, 2009






ATIVIDADE NA COMUNIDADE VILA JARDIM


Mundo encantado da gurilândia, esse foi o nome dado para a atividade realizada com as crianças e adolescentes da Igreja. A atividade foi para Proporcionar a comunidade um dia de novas experiências e confraternização, visando promoção da auto-estima e ao mesmo tempo a inclusão dos alunos/as do curso de pedagogia num contexto ainda não conhecido. O espaço pink magia teve como objetivo desenvolver hábitos de higiene por meio de atividades lúdicas e criativas elevando a auto-estima e os conceitos estéticos estimulando a sociabilidade e proporcionando diversão e embelezamento. O espaço pink magia se preocupou em trabalhar de forma lúdica os cuidados com a higiene pessoal; Fazer penteados, maquiagens e unhas; Trabalhar a motricidade; Estimular as habilidades manuais; Trabalhar a paciência, a concentração e atenção; Proporcionar diversão e embelezamento; Estimular a sociabilidade.


VALDIR, FEZ LINDAS TRANCINHAS NOS CABELOS DAS GURIAS!


ALINE, SE PUXOU NA ESCOVA E NA CHAPINHA, DEIXANDO OS CABELOS LISOS E ESCOVADOS!



FERNANDA, PINTOU E DECOROU AS UNHAS DAS MENININHAS.

TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO

EM UMA DISCIPLINA ESTUDAMOS A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DESDE A PRÉ-HISTÓRIA ATÉ A IDADE CONTEMPORANEA. A EDUCAÇÃO DA ANTIGUIDADE NÃO HAVIA GRAFIA E A APRENDIZAGEM ERA NATURAL, ATRAVES DE IMITAÇÕES E O CONHECIMENTO ERA TRANSMITIDO DE FORMA ORAL PELOS MAIS VELHOS. MARCADA POR COMUNIDADES PRIMITIVAS A ESCRITA SURGIU PELO ESTADO BUROCRÁTICO E QUEM TINHA ACESSO ERA APENAS OS HOMENS, AS MULHERES NÃO PODIAM TER ACESSO A EDUCAÇÃO FORMAL NA IDADE ANTIGA. NA IDADE MÉDIA, SECULO V AO XV DEU-SE O SURGIMENTO DAS FACULDADES E DOS TEÓRICOS E AS ESCOLAS ERAM LIGADAS A RELIGIÃO. A IGREJA QUE DETERMINAVA TUDO NA ESCOLA. O PRINCIPIO DA EDUCAÇÃO GREGA VALORIZAVA A RAZÃO, A ORDEM, A LIBERDADE, ORGANIZAÇÃO POLITICA E TINHA UMA EDUCAÇÃO A CARGO DO ESTADO. SÓCRATES FOI UM GRANDE PENSADOR GREGO, SEU METODO ERA O DIÁLOGO E A ESCUTA. CITAREMOS ALGUNS PENSADORES DOS SÉCULOS XVII E XVIII E SUAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS. SÃO OS GRANDES TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO, COMO:



CITAREMOS ALGUNS PENSADORES DOS SÉCULOS XVII E XVIII E SUAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS. SÃO OS GRANDES TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO, COMO:


ROUSSEAU (1712-1778): Centralizava os interesses pedagógicos no aluno e ressaltava que a criança não deveria ser vista como um adulto em miniatura. Rosseau dizia que o homem deveria ser educado para sí mesmo! Sua pedagogia naturalista, corresponde a busca da verdadeira natureza com a voação humana. A educação busca a espontaneidade original, livre da escravidão, afim de que o homem seja dono de si mesmo e agindo por interesses naturais.


VOLTAIRE (1694-1778): "todo o homem é culpado do bem que não fez".
Voltaire era um filósofo iluminista frances que defendia as liberdade civis. Defendia a liberdade de ser e pensar diferente. Suas armas são os estudos históricos, os contos, os romances, as poesias e peças teatrais.
"devemos julgar o homem mais pelas suas perguntas que pelas suas resposta".



FÉNELON (1651-1715): "desejar o impossivel é doença da alma"
Fenelon recomendava uma educação alegre, fundamentada no prazer. A formação intelectual da mulher não era prioritária, só as tendências exepcionais eram encorajadas a continuar os estudos. Sendo reservada a educação religiosa e moral, enriquecendo a vida doméstica.



JOHN LOCKE (1632-1704): "SABER É PODER".
Locke tinha uma pedagogia de carater elitista e valorizava o liberalismo. Para ele o essencial é a virtude em que o educando adquira capacidade de governar, gerir conhecimento e habilidades.





RENÉ DESCARTES (1596-1650): "Penso, logo existo".
Descartes analisou o processo pela qual a razão atinge a verdade, usando o recurso da duvida metódica. Duvidava de tudo, dos argumentos de autoridades, do senso comum e até de seu próprio corpo. Tem o racionalismo como aspecto pedagogico e diz que o homem só conhece quando põe em ação sua razão, julgando o conhecimento que teve anteriormente.



COMÊNIO (1592-1670): "ensinar tudo a todos".
Para Comenio, a escola ideal é aquela que mistura as mais diferentes crianças, as inteligentes com as que tem maiores dificuldades, os mais duros com os mais docéis e que todos sejam guiados com os mesmo ensinamentose as mesmas regras.
"só fazendo, aprendemos a fazer".

CURRICULO E CULTURA

Na disciplina Curriculo e Cultura foi abordado o conceito de currículo e cultura, bem como as teorias do currículo. Compreendemos a ação curricular considerando suas relações com as concepções de conhecimento, os sujeitos, a diversidade cultural e a construção de identidades. Analisamos criticamente diferentes experiências curriculares na educação básica, afim de desmistificar a dimensão política do curriculo escolar. Podemos dizer que currículo é muito mais que um conjunto de disciplinas, planos de estudo, vai muito além da seleção de matérias e conteúdos. Currículo é tudo que se passa no hambito escolar, histórico e social. Para o universo escolar o currículo está sempre em processos de transformação. Curriculo é a nossa trajetória de vida. É a forma de como nós vamos nos inserindo na sociedade. o Currículo oculto é um processo educativo que fica ali camuflado, exemplo disso são as profissões destinadas as mulheres, como secretária, babá, professora. Cultura é uma questão de identidade, é todo o conjunto de atitudes, costumes, crenças. Experiências acumuladas pela aprendizagem e passada de geração em geração.
Cada Unidade Formativa constrói-se em torno de um eixo estruturante que funciona como tema transversal, ou seja, orienta a seleção final dos conteúdos e sua organização em tópicos. Cada componente curricular enfoca o eixo estruturante com o olhar da disciplina ou campo de conhecimento correspondente, de modo a criar um ambiente pedagógico favorável à construção de noções fundamentais e ao desenvolvimento de habilidades básicas.


CURRÍCULO ESTRUTURANTE
é o que estrutura a disciplina em sí. É o centro do significado daquilo que será ensinado, permeia uma lógica de sentidos sólidos.
MULTIDISCIPLINARIEDADE é o conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem fazer aparecer as relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só nível e de objetivos únicos, sem nenhuma cooperação. A multidisciplinaridade corresponde à estrutura tradicional de currículo nas escolas, o qual encontra-se fragmentado em várias disciplinas.




Postura Umbigóide e Multiculturalismo

Através da disciplina Curriculo e cultura assistimos os sequintes filmes:


QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?
Um ótimo filme que tráz uma visão Pedagógica de grande valor para nós estudantes e professores. O filme pretende mostrar que todos nós temos bagagens internas desde a infância, fazendo com que aflore nossas vontades, ponto de vista, autêncidade e muito mais perante a Escola e ou Sociedade.

Em um programa de televisão passado na índia, o jovem indiano Jamal que por motivo muito forte resolve se inscrever num programa de perguntas para ganhar 10 milhões de rúpias. Jamal, uma pessoa humilde e junto a seu irmão Salim e sua amiga Latika tiveram uma infância pobre, violenta, torturante nas favelas de Mumbai. Por ser um auxiliar de telefonista, favelado e sem ter nenhum grau de instrução, ninguém acreditava que ele pudesse acertar as perguntas e muito menos ser um vencedor. Após a morte de sua mãe, os dois irmãos tomaram rumos diferentes. Jamal é um rapaz que possui muitos conhecimentos, mas seus conhecimentos não são reconhecidos, por ele não ter estudado formalmente. A cada pergunta que era feita a ele, Jamal ia buscar a resposta no seu currículo de vida, em suas vivências. O que mais me chocou foi à miséria, a pobreza, a desumanização com toda a comunidade principalmente com as crianças.
Mafiosos, conquistavam as crianças dando o que comer e assim passariam a trabalhar para eles. Muitas crianças tinham seus olhos queimados para sensibilizarem as pessoas nas ruas a darem esmolas. As meninas eram para a prostituição. Para Jamal, a felicidade maior era reencontrar Latika, pois era seu grande amor. Não desistiu do programa e foi até o final usando de suas lembranças e experiências de vidas para escolher a alternativa correta. Todos achavam que ele estava trapaceando, pois não acreditavam que um pobre favelado pudesse acertar todas as questões. O próprio apresentador tentou prejudicá-lo, dando a resposta errada, mas Jamal o ignorou e segui sua intuição de vida. Os conhecimentos de Jamal foram adquiridos pela escola de sua própria vida.

Breve trailer do filme: "QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?"






O LEITOR

Em 1958, foi filmado na Alemanha o longa-metragem “O LEITOR” contando a história de um garoto de 15 anos que ao passar mal na rua acabou sendo socorrido por uma mulher, Hanna Schmitz (Kate Winslet) que pela qual se apaixonou. Michael adoeceu, e ao se recuperar foi até a casa de Hanna para agradecê-la. Apaixonado por Hanna e também pela literatura, Michael passou a ler as obras literárias para sua amada que tinha dificuldades em dizer a ele que não sabia ler e nem escrever. Assim que foi promovida a outro cargo ela resolve desaparecer da vida do garoto, sem deixar pistas. O filme é maravilhoso em vários aspectos, suas cenas são envolventes e emocionantes conseguindo transmitir a intensa paixão sentida pelo casal. Levo meu olhar para a área da educação e faço a seguinte reflexão: Um analfabeto/a que é o caso de Hanna possui currículo e cultura? Acredito que dentro de um contexto, mesmo que a pessoa não possua instruções escolares pode sim possuir um currículo, pois, um currículo é muito mais que conhecimento é uma questão de identidade. Essa identidade é todo um conjunto de atitudes, costumes, crenças e experiências acumuladas pela aprendizagem em sua trajetória de vida. Pequenas ações ou palavras podem mudar completamente a vida de uma pessoa. A vida de Hanna poderia ter tomado outro rumo se Michael tivesse defendido ela no dia de sua audiência. Mas ele preferiu calar-se e guardar esse segredo dentro si, até mesmo para não expor uma pessoa que talvez se sentisse ofendida diante as outras pessoas desconhecidas. Michael amava a literatura, era um leitor nato, e sentia que Hanna tinha muito desejo em querer ler. Por isso ele leu em voz alta e gravou as obras literárias, transformando-as em um livro oral e mandou para Hanna na prisão. Hanna mostrou muita dedicação às leituras que ouvia no gravador, chegando até exigir outras obras. Essa atitude de Michael fez com que ela aprendesse a ler e a escrever sozinha. Mesmo a protagonista sabendo que seria condenada, ela não revelou sua incapacidade de ler, e no final do filme se percebe que ela queria a própria condenação, única forma de punir-se por erros que foi obrigada a cometê-los.



Direção: Danny Boyle. Intérpretes: Dev Patel (Jamal); Madhur Mittal (Salim); Irrfan Khan (inspetor); Freida Pinto (Latika); Anil Kapoor (Prem). Ano: 2008. Estados Unidos, Inglaterra. 1 filme 02h00min.




LÂMINAS APRESENTADAS EM AULA:


Estudamos através da disciplina Curriculo e Cultura o livro "DOCUMENTOS DE IDENTIDADE" de Tomaz Tadeu da Silva. Os capitulos do livro foram apresentados por todos os colegas, mas citaremos aqui no blog apenas três resumos dos capitulos retirados do mesmo.



II. DAS TEORIAS TRADICIONAIS ÀS TEORIAS CRÍTICAS


III. AS TEORIAS PÓS-CRÍTICAS



1° CAPÍTULO - ELABORADO E APRESENTADO POR ALINE.





7° CAPÍTULO - ELABORADO E APRESENTADO POR FERNANDA.





O currículo como construção social: a "nova sociologia da educação"


Segundo o autor, na Inglaterra o currículo passou a ser criticado a partir da sociologia, diferentemente do que aconteceu nos Estados Unidos. A sociologia estuda as relações sociais de poder. Em 1971 atraves do livro "conhecimento e controle" é que se iniciou essa teoria crítica do currículo conhecida como: "a nova sociologia da educação". Essa teoria passou a criticar a "antiga sociologia" e a "filosofia analítica"


ANTIGA SOCIOLOGIA - Era criticada como sendo empírica, tinha um currículo inquestionável, era chamada de aritmética e se preocupava apenas com os números e não com o processamento de conhecimentos. Preocupavam-se apenas de quantos entravam e saiam da escola.


FILOSOFIA ANALÍTICA - Era criticada pela NSE como sendo apenas preocupada com o conceito, tendo como característica o racionalismo, com a abstração, sem contato com a realidade e queriam criar um conceito de currículo universalista.


A NSE por criticar essas duas teorias se preocupou en entende e estudar o curriculo partindo de uma sociologia do conhecimento. Onde estão preocupados em entender: como a sociedade produz esse conhecimento; como o conhecimento é construído socialmente; e suas relações com as estruturas sociais, institucionais e econômicas. A NSE tá preocupada com o processamento de conhecimento das pessoas, e o que dá poder é o conhecimento. Para o movimento da NSE o currículo, os processos pedagógicos e avaliativos não é algo dado como natural e sim construído socialmente; Young propõe que a NSE desnaturalize os currículos dados como naturais. O movimento propõe em criticar os currículos já existentes e não em criar novos. Youg diz que o conhecimento escolar e o curriculo são invenções sociais, envolvendo conflitos e disputas em torno de quais conhecimentos deveriam fazer parte do currículo. A questão básica da NOVA SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO era a das conexões entre currículo e poder, entre a organização do conhecimento e a distribuição do poder. Mas mexer nessas organizações é mexer nas relações de poder.



9° CAPITULO


III. AS TEORIAS-PÓS CRITICAS


A pedagogia como cultura, a cultura como pedagogia




Uma das consequências da virada “culturalista” na teorização curricular constitui na diminuição das fronteiras entre de um lado:
Conhecimento Acadêmico e escolar
Conhecimento cotidiano
Conhecimento da cultura em massa.

Sob a ótica dos estudos culturais,todo conhecimento,na medida em que se constitui num sistema de significação, é cultura; todo conhecimento esta estreitamente vinculado com relação de poder.
Os estudos culturais analisam instâncias, instituições e processos culturais aparentemente tão diversos quanto exibições de: Museus , Filmes , livros de ficção , turismo , ciência , televisão , publicidade , medicina , artes visuais , musica … Como processos culturais orientados por relações sociais assimétricas , perspectiva dos Estudos culturais efetua uma espécie de equivalência entre essas diferentes formas culturais.
Se é o conceito de “cultura” que permite equipar a educação a outras instâncias culturais, é o conceito de “pedagogia” que permite que se realize a operação inversa. Tal como a educação , as outras instâncias culturais também são pedagógicas , também têm uma “pedagogia”, também ensinam alguma coisa.
O currículo e a pedagogia dessas formas culturais mais amplas diferem , da pedagogia e do currículo escolares , num aspecto importante. Pelos imensos recursos econômicos e tecnológicos que mobilizam , por seus objetivos-em geral- comerciais,elas se apresentam,ao contrário do currículo acadêmico e escolar , de uma forma sedutora e irresistível.
É a força desse investimento das pedagogias culturais no afeto e na emoção que tornam seu “currículo” um objeto tão fascinante de análise para a teoria crítica do currículo.
A forma envolvente pela qual a pedagogia cultural está presente nas vidas de crianças e jovens não pode ser simplesmente ignorada por qualquer teoria contemporânea do currículo.
É precisamente para análise dessa pedagogia ou desse currículo cultural que se têm voltado autores e autoras que , de certa forma , inauguraram aquilo que se poderia chamar de “critica cultural do currículo”.
É o caso de Roger Simon , Henry Giroux , Joe Kincheloe e Shirley steinberg .
Henry Giroux , particularmente , tem se voltado , cada vez mais , para a análise da pedagogia da mídia. Filmes produzidos pela Disney , A pequena sereia ou Aladim.
Giroux vê uma pauta pedagógica carregada de pressupostos etnocêntricos e sexistas que , longe de serem inocentes , moldam as identidades infantis e juvenis de forma bem particular.
Joe Kincheloe analisa as peças publicitárias da McDonald`s para flagrar ai imagens e representações que celebram os valores mais conservadores de uma suposta e tradicional “família americana”.
Shirley Steimberg vai analisar os valores morais e sociais contidos no currículo cultural de um artefato talvez ainda mais insuspeito: a boneca Barbie . Ela chama de “kindercultura” essa indústria cultural voltada para o público infantil.
È curioso observar que a permeabilidade e a interpenetração entre as pedagogias culturais mais amplas e a pedagogia propriamente escolar têm sido exploradas pelas próprias indústrias culturais que estendem, cada vez mais, seu currículo cultural para o currículo propriamente dito.



PEDAGOGIA DA ESPERANÇA - PAULO FREIRE




Em seus trabalhos, Freire defende a idéia de que a educação não pode ser um depósito de informações do professor sobre o aluno.Segundo Paulo Freire, a educação é uma prática política tanto quanto qualquer prática política é pedagógica. Não há educação neutra. Toda educação é um ato político. Assim, sendo, os educadores necessitam construir conhecimentos com seus alunos tendo como horizonte um projeto político de sociedade.
Através do livro de Paulo Freire percebemos que as escolas deveriam ter uma visão política mais eficaz, trabalhar com projetos pedagógicos e ter competência e uma gestão social para ensinar.
Percebemos também que a sociedade e a escola devem andar juntas, na sociedade deveria ser mudado a justiça social e o docente deveria ser mais valorizado. A igualdade de direitos e a democracia são fundamentais dentro da sociedade.
A partir da leitura de mundo de cada educando, através de trocas dialógicas, constroem-se novos conhecimentos sobre leitura, escrita, cálculo. Vai-se do senso comum do conhecimento científico num continuo de respeito.

CRIANÇA, SEMPRE CRIANÇA!!!


ARTIGO PUBLICADO POR ZERO HORA,26 DE OUTUBRO DE 2009.
Estamos no mês da criançada, tudo e todos giram em torno delas. Em um momento de reflexão se compararmos as crianças de hoje com as de 20 anos atrás notaremos uma enorme diferença. Mas será que as crianças que mudaram ou o mundo é que mudou? As crianças de antes, hoje um adulto, faz comentários do tipo: "nesta idade eu ainda brincava de boneca". Toda criança gosta de assistir televisão, as de antes tambem assistiam e muita televisão, mas vale comentar que era outro tipo de programação infantil, programação realmente para sua idade. Hoje, a preocupação dos pais é de inserir seus filhos dentro desse mundo totalmente globalizado. A maioria das crianças tem seu tempo todo preenchido com atividades, lingua estrangeira, musica, etc... Mas uma coisa é certa, criança é criança e sempre vai gostar de brincar na areia, tomar banho de chuva, cantar e exploar novidades.


LIVRO INFANTIL: "MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA" - De Ana Maria Machado!
Reproduzimos o livro da autora em forma de quadrinhos! Divirtam-se com essa querida historinha...O livro “Menina Bonita do Laço de Fita” é da autora Ana Maria Machado que escreve principalmente para as crianças. É uma história linda, que alem de apresentar a riqueza da diversidade étnico-racial, mostra a importância do respeito a si próprio e com os outros. Tendo como protagonista principal uma menina negra que alem de ser retratada como uma princesa da áfrica, sua imagem é transmitida de forma positiva, contribuindo para elevar a auto-estima dos/as alunos/as afro descendente que irão se identificar com a heroína. Todo e qualquer livro trabalho com o imaginário, tanto de forma positiva quanto negativa. Por isso é importante saber escolher o material literário que vai ser trabalhado com as crianças. Cidadania não combina com desigualdade, assim como democracia não combina com preconceito e discriminação!